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L. Gustavo Petri, um dos maiores nomes da regência no Brasil, criou e é o regente titular da Sinfônica de Santos já há dez anos, sendo responsável pela vísivel ascenção e atuação social da orquestra na região.
A carreira de Petri é marcada por sucessos com regente, compositor e diretor musical.
Entre suas realizações destacam-se: a estréia brasileira da ópera Candide de L. Bernstein no Teatro Municipal do Rio de Janeiro; o concerto frente à OSESP em 2002 tendo Shlomo Mintz como solista, uma Traviata em concerto com solistas como Fernando Portari e Rosana Lamosa.
Em concertos à frente das mais importantes orquestras brasileiras apresentou-se ao lado de solistas como Nelson Freire, Gilberto Tinetti, Céline Imbert, Jean-Louis Steurman.
É um dos responsáveis pela difusão da música erudita na Baixada Santista através da implantação de projetos como Do-Ré-Mi, para as crianças da região; o “Conversas Musicais” para formação de público “Viajando com a Sinfônica” entre outros.
Desde 2003 faz parte da direção executiva do Festival Música Nova de Santos.
No teatro fez a direção do sucesso Vítor ou Vitória com Marília Pêra e grande elenco, Cabaret, com Beth Goulart, Lago 21 e Cidades Invisíveis com Walderez de Barros, entre vários outros. Recebeu vários prêmios por seus trabalhos como compositor e diretor musical entre eles o Prêmio Shell, APETESP e APCA.
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