A Tribuna, 2004 - "Um concerto de rara beleza"

"Nas mãos de Luís Gustavo Petri, a Nona Sinfonia ficou uma delícia, rejuvenesceu e resplandesceu, notadamente na célebre Ode à Alegria final. Uma interpretação bem para o espírito de nossos dias. Admirável o som que Petri construiu, equilibrando perfeitamente as massas orquestrais e corais. Ouvia-se tudo com a maior clareza, a música jorrando num pique impetuoso, sem cair um só momento, e tudo conduzido inacreditavelmente de cor, sem partitura na frente, tudo na cabeça do regente."

Gilberto Mendes - Nona Sinfonia (clique aqui para ver a crítica na íntegra)

O Estado de São Paulo, 2004

"Petri faz chegar a seu público algo do genuíno sentimento que há na música de Dvorák"; "... a musicalidade de Petri, sua noção precisa do que está fazendo, fizeram passar, do ponto de vista expressivo, a emoção de uma peça complexa como a Sinfonia nº 8 de Dvorák"; "Interessante é registrar a admirável relação de troca que se estabeleceu entre o solista e a orquestra.

Lauro Machado Coelho - Concerto com Nelson Freire e a OSMS

Revista L’Ópera, 2000

"... L'Orchestra Sinfonica Municipal [do Rio de Janeiro] diretta dal maestro Luís Gustavo Petri sfoggiava bella sonorità, intonazione e ritmo, e dava rilievo alle armonie e sfumature (satiriche) della partitura..."

Norberto Modena (a respeito da encenação de Candide no Rio de Janeiro em 2000)

Jornal da Crítica da ABCA - Assoc. Bras. de Críticos de Arte, 1999

"...num concerto que incluiu, de Mozart, as aberturas de Le Nozze di Figaro e Don Giovanni e a Quinta Sinfonia de Beethoven, tivemos nova oportunidade de apreciar as qualidades tanto do seu regente (...) quanto da orquestra (...). Nessas obras, as frases claras e precisas e um volume sonoro redondo, nunca estridente, nos falam da qualidade e rigor estético do regente (...) Na Quinta Sinfonia, (...) regente e orquestra foram particularmente felizes ao criar um universo sonoro de intensidade notável, sem perder a claridade do discurso. "

Alejandro A. Quiroga

A Tribuna , 1999

"...obra de extrema dificuldade de execução, a Eroica [Sinf. n.o 3 de Beethoven] encontrou em nosso caro maestro Gustavo Petri um intérprete absolutamente à altura, impetuoso, rápido, preciso; e regendo de memória, tão complexa partitura! Mais um triunfo de nossa sinfônica...., em mãos tão talentosas."

Gilberto Mendes

A Tribuna, 1998

"...A orquestra tocou solta, como que despreocupada, fluente, realmente conduzida pelas mãos firmíssimas do maestro Luís Gustavo Petri, que regeu tudo de memória, sem partitura, e que lhe permitiu absoluto entendimento com os músicos. Sobretudo na famosa Quinta Sinfonia de Beethoven, o maestro soube transmitir aos seus músicos um élan com o qual eles imprimiram um toque poderoso às 4 notas do impressionante motivo beethoveniano..."

Gilberto Mendes

A Tribuna, 1998

"Mas eu quero mesmo é falar do maestro..... É o tipo de regente, do musicista que prefiro. Na linha do famoso maestro André Previn, que ao mesmo tempo é um excelente regente, compositor de música para cinema e da Broadway e notável pianista de jazz... Podemos dizer que ele é o nosso André Previn. Também ótimo regente, inclusive de musicais (...) pianista para o que for necessário, popular ou erudito, produtor e compositor, especialmente de música para teatro, com vários prêmios..."

Gilberto Mendes