L. Gustavo Petri criou e é o regente titular da Sinfônica de Santos já há dez anos, sendo responsável pela visível ascenção e atuação social da orquestra na região. A carreira de Petri é marcada por sucessos com regente, compositor e diretor musical.

Entre suas realizações destacam-se: a estréia brasileira da ópera Candide de L. Bernstein no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, o concerto frente à OSESP tendo Shlomo Mintz como solista, e a Traviata em concerto com Fernando Portari e Rosana Lamosa. À frente das mais importantes orquestras brasileiras tem se apresentado ao lado de solistas como Nelson Freire, Antonio Del Claro, Céline Imbert, Linda Bustani e Alex Klein.

Convidado freqüente da Orquestra Sinfônica Brasileira, em 2005 foi o regente escolhido para sua tournée nacional, com apresentações em várias capitais brasileiras, no projeto “Orquestra Para Todos”.

É um dos responsáveis pela difusão da música erudita na Baixada Santista através da implantação de projetos como Do-Ré-Mi, para as crianças da região; o “Conversas Musicais” para formação de público “Viajando com a Sinfônica” entre outros.

Desde 2003 faz parte da direção executiva do Festival Música Nova de Santos.

No teatro fez a direção do sucesso Vítor ou Vitória com Marília Pêra e grande elenco, Cabaret, com Beth Goulart, Lago 21 e Cidades Invisíveis com Walderez de Barros, entre vários outros. Recebeu vários prêmios por seus trabalhos como compositor e diretor musical entre eles o Prêmio Shell, APETESP e APCA.